miércoles, 29 de diciembre de 2010

Balance 2010


ver:

http://www.latercera.com/canal/santiago/1731.html

http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/12/29/concejales-de-la-reina-el-2010-fue-el-ano-de-la-urbanizacion-de-la-sociedad-chilena-y-sus-enormes-desigualdades/

Los concejales de La Reina, Francisco Olea y de Santiago, Ismael Calderón, realizaron un balance de 2010 en temas urbanísticos y llamaron a construir el año 2011 una ciudad sustentable, con alta eficiencia energética, con medios de transporte de calidad y no contaminantes, que valore su morfología y paisaje, que recicle su historia y trama.

"La consolidación de los centros urbanos como estilo y proyecto de vida, y las dramáticas desigualdades al interior de las ciudades marcaron el año 2010", aseguraron los representantes comunales.

Aunque ambos funcionarios valoraron los programas de ciclo vías, los esfuerzos por aumentar el per cápita de áreas verdes, mantención de parques y arbolado urbano, y el anuncio de dar urgencia al proyecto de antenas celulares, tenencia responsable de animales y mascotas, y la extensión del Metro de Santiago.

Aunque "la cara más gris del balance de 2010, junto a las brechas urbanas, siguen siendo los tacos y congestión vehicular, la seguridad ciudadana y el retraso inexplicable del cierre de la autopista Vespucio Oriente", explicaron en un comunicado.







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sábado, 18 de diciembre de 2010

Vida de perros


Concejales llaman a fiscalizar posibles abusos en exterminio de perros callejeros

Ismael Calderón y Francisco Olea hicieron un llamaron a la ciudadanía a denunciar cualquier situación de abuso o maltrato animal, y al parlamento a legislar con sello humanitario.

ver:

http://latercera.com/noticia/nacional/2010/12/680-330220-9-concejales-llaman-a-fiscalizar-posibles-abusos-en-exterminio-de-perros.shtml

Los concejales de Santiago y La Reina, Ismael Calderón y Francisco Olea respectivamente, señalaron que "hemos recibido quejas y preocupación de muchos vecinos sobre un tema de alta sensibilidad hogareña. Los perros son parte del afecto y cariño de muchas familias, que ven en este tema un área de posibles abusos y arbitrariedades".

La Contraloría General de la República dictaminó hace unos días a favor de que las municipalidades puedan practicar la eutanasia de perros vagos, cuando estos canes se encuentren enfermos o gravemente heridos.

El concejal de la Reina preciso que "hemos insistido que la eutanasia, sin una ley clara y reglamento en los municipios, es un asunto frágil para la comunidad y no puede ser ambivalente cuando hablamos de la vida de muchos perros y animales en general. En nuestro municipio estamos elaborando una ordenanza centrada en el cuidado responsable de las mascotas".

Por su parte el Concejal de Santiago indico "Hace unas semana en el Concejo Municipal de Santiago aprobamos una ordenanza que tendrá un periodo de sensibilización con las vecinas y vecinos de Santiago entrará en vigencia en Mayo del 2011, pero lo más importante que confirmamos que somos una comuna anti eutanasica, concluyo "

Los concejales Olea y Calderón llamaron a la ciudadanía a denunciar cualquier situación de abuso y maltrato animal, al parlamento a legislar con sello humanitario y pro vida en esta relevante materia legal. Asimismo, a financiar perreras municipales, aspecto fundamental para los gobiernos locales”.






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miércoles, 15 de diciembre de 2010

Patrimônio cultural como raiz do futuro



Madre de las piedras
oscuras que teñirían
de sangre tus pestañas!

Pablo Neruda
Canto General


por Ângelo Oswaldo de Araújo Santos



Em fevereiro de 1922, a Semana de Arte Moderna, realizada no Teatro Municipal de São Paulo, edifício inspirado na extravagância do Palais Garnier de Paris, marcava a eclosão de um grande movimento de renovação da poesia, da literatura, das artes visuais, do teatro e da música no Brasil. Alcançando, em primeiro lugar, o próprio olhar brasileiro sobre a arte e a cultura, o modernismo articulou-se e irrompeu no ano do centenário da independência do país, ocorrida em 7 de setembro de 1822, com a proclamação feita pelo príncipe regente Dom Pedro (1798-1834), tornado imperador Pedro I.


A queda da monarquia e o advento da república, em 15 de novembro de 1889, pretenderam haver atualizado o Brasil, preparando-o para o século XX, em sintonia com as demais nações americanas. Mas a forte influência européia, exercida sob os padrões neoclássicos do ecletismo, enquadrou a cultura brasileira e condicionou seu olhar nos limites estreitos e asfixiantes de um campo do qual a própria Europa se retirava, sempre mais, desde os impressionistas até as estonteantes rupturas dos primeiros anos do novo século, de Paris a Moscou, de Milão a Berlim.
Os modernistas brasileiros, diferentes daqueles assim denominados em outros países da América Latina — pelo que se chama de modernista o poeta Ruben Dário, no Brasil qualificado como parnasiano —, praticavam o espírito de vanguarda que tinha contaminado os polos culturais europeus. Visavam, porém, uma nova estética, “na afirmação desse nacionalismo que deve romper os laços que nos amarram desde o nascimento à velha Europa, decadente e esgotada”, conforme escreveu Paulo Prado. Almejavam a libertação do verso brasileiro, a independência da arte e do artista reencontrados com o chão natural.


Os poetas Manuel Bandeira e Mário de Andrade, em princípio influenciados pelo simbolismo de Verlaine e Mallarmé, a pintora Anita Malfatti, tocada pelo expressionismo alemão, o pintor Di Cavalcanti, autor da marca do programa da famosa Semana, e o extraordinário músico Heitor Villa-Lobos encontravam-se entre os principais protagonistas da revolução que explodiu na Semana de 1922 e atingiu diversos pontos do país.


Em 1924, o principal grupo de modernistas de São Paulo convidou o poeta suíço-francês Blaise Cendrars para uma temporada no Brasil. Um incidente assinalou o desembarque de Cendrars, no porto de Santos. Quiseram impedir a sua entrada no país, por ser mutilado — o Blaise “sans bras”, que perdera um braço, em batalha da Grande Guerra, funcionários alfandegários julgaram tratar-se de um imigrante.


Mário de Andrade escreveu, em artigo inflamado, que aquele era o exatamente o braço de que o Brasil necessitava para acionar a manopla do tempo e inaugurar o futuro. O poeta europeu de fato veio impulsionar intensamente a renovação que efervescia no espírito das gerações do começo do século. Era fevereiro e, juntos, eles seguiram para o Rio de Janeiro, em pleno Carnaval, aturdidos pela brasilidade da festa, o que fez com que se organizassem para uma viagem às antigas cidades coloniais do estado de Minas Gerais, em abril, por ocasião da Semana Santa. “Não mais os navios para o Havre, mas os trens para Minas”, recomendou-lhes Cendrars, diante do encantamento em que se enredaram nas cidades históricas.

Experimentaram ali a mesma sensação que, em 1908, havia perturbado o jornalista, escritor e diplomata uruguaio Manuel Bernárdez. Nascido na Espanha e radicado em Montevidéu, tendo sido, na década de 1920, embaixador do Uruguai no Rio de Janeiro, Bernárdez fora enviado ao Brasil para realizar uma série de reportagens sobre o progresso da jovem república para “El Diário”, de Buenos Aires, logo reunidas em livro que obteve largo sucesso, em razão dos elogios às transformações positivas do país.


Na cidade de Ouro Preto, assombrado pelo espetáculo visual que prontamente o fascinou, Manuel Bernárdez questionou o Brasil diante da decadência ruinosa da velha metrópole do ouro colonial:

– Como seria grato e bom acudir a Ouro Preto! Não será possível deixares expirar assim uma cidade que é carne de tua carne, força de tua força e glória de tua glória! Por que não fazeres dela teu ateliê, tua usina cerebral, tua Coimbra, tua cidade do ideal, teu horto do futuro! Onde floresceu tua velha opulência, por que não semeares a flor preciosa de tua nova cultura! Por que não encheres esse álveo onde passaram rios de ouro com caudais inesgotáveis de pensamento, ensino, civismo, ciência, moral e progresso? Entre as tumbas gloriosas e os berços livres há uma indestrutível correlação! Ouro Preto, eu o vejo, eu que sou um transeunte, vejo que enterra suas raízes em pleno coração do passado brasileiro, e essas raízes não se podem mirrar sem que sofra uma perda de seiva o coração onde profundaram. A tradição é uma amorosa nutriz que alimenta a alma com energias inesgotáveis. Ditosos os povos que lhe podem beber nos seios maternais exemplos de abnegação, arrojos, poesia, legendas de heroísmo, lições de fé! Ouro Preto, que provou a grandeza e o infortúnio, que subiu e desceu todas as duras curvas da sorte, como se sua orografia bela e atormentada fosse o diagrama de seu destino, pode ser o magnífico cenário de um grande florescimento acadêmico, artístico, científico – pode ser um ponto de concentração de culturas e de irradiação de aptidões técnicas e de forças morais, armadas para todas as nobres conquistas!


Belo Horizonte e Ouro Preto não se excluem – completam-se, formando a cadeia ideal de união do que foi com o que está sendo e com o que há de ser. Minas não poderá, sem dúvida, dar vida e desenvolvimento a duas metrópoles – porém a União tem aí um dever e uma honra, que assumir e fazer seus – porque se Ouro Preto acabasse essa vida que hoje se vai extinguindo entre cinzas de lenda, não ia ser só de Minas o luto – o Brasil inteiro havia de passar pelas ânsias de uma dor e amargar a brusca evidência de uma perda!

Impactados de igual modo, os modernistas foram muito além e chegaram ao núcleo essencial do desafio em que se debatiam. De imediato, identificaram as raízes mais profundas da cultura do Brasil. Viram na arte de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1738-1814), a primeira manifestação genuinamente brasileira, uma criação que fundira as diversas contribuições e resultara num gesto novo, autônomo e original. Aleijadinho nasceu e morreu em Ouro Preto, tendo recebido essa alcunha em razão de deformidades impostas, no final de sua vida, por uma grave doença. Foi arquiteto, escultor e entalhador, nas principais cidades de Minas Gerais, sendo considerado por especialistas tais quais o historiador francês Germain Bazin, o inglês John Bury e o norte-americano Robert Chester Smith como o primeiro artista brasileiro, ou seja, o primeiro a exprimir um estilo próprio, não mais importado mas resultante da soma genial de variados contributos que a maleabilidade do barroco atraía e o talento do mestre amalgamava. Sua lição, para os modernistas, foi re-significadora. Globalizado pelas conquistas ibéricas, o barroco permitiu que aflorassem, em diferentes partes do mundo, interpretações e leituras originais de seus paradigmas e estilemas. Sendo a arte da dominação, inspirou a liberdade; instrumento da opressão absolutista, operou a libertação criadora; dogma da contra-reforma, provocou a sensualidade do trópico.


O chamado barroco mineiro, que plasmou a produção artística e a vida cultural e social da região de Minas Gerais, no século XVIII, engendrou as primeiras manifestações tipicamente brasileiras de artes visuais, música e literatura, sendo o Aleijadinho um verdadeiro fenômeno de criatividade. Ao mesmo tempo, e em virtude desse ambiente, a conjuração de 1789, conhecida como a Inconfidência Mineira, foi o primeiro grande passo no sentido da independência do Brasil.
O arquiteto e professor chileno Manuel Casanueva, estudioso das igrejas de Ouro Preto, afirmou que “estos edificios (...) en Brasil constituyen un estilo arquitectónico propio y original de América, lo que puede presentarse como un signo de carácter que adquiere la arquitectura americana en su época de fundación, situación que puede ubicarnos frente a una tipología de la arquitectura luso-americana possible de trascender al resto de Iberoamérica”.


Embora nosso diálogo não seja intenso, há crescente interesse pelo patrimônio cultural mineiro nos países latino-americanos. É importante lembrar que, nos anos de 1940, o fotógrafo argentino Horácio Coppola foi a Minas Gerais fotografar a obra do Aleijadinho, num registro sensível e impactante. O escritor Abelardo Arias, na década de 70, publicou em Buenos Aires um romance no qual resgata a vida do Aleijadinho no ambiente da Inconfidência Mineira. Em 1973, Júlio Cortázar visitou Ouro Preto e Congonhas, a fim de conhecer o legado do artista. Octavio Paz esteve nas duas cidades, em 1985, com o mesmo objetivo.


A viagem de 1924 ao barroco de Minas alterou os rumos do modernismo. Tarsila Amaral, importante pintora de São Paulo, que havia estudado em Paris com Gleizes, Lothe e Fernand Léger, não seria mais a aluna aplicada de referências francesas, porém a inventiva e inquietante criadora do “Abapuru”, óleo sobre tela que hoje se acha no MALBA, Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires. Ela passou a pintar as cenas que, como num filme, vira desfilar pelas janelas do trem, as paisagens do interior e as cores provincianas até então menosprezadas, e figuras míticas que emergiram uma nova mirada sobre as coisas brasileiras.


Os modernistas proclamaram a “redescoberta do Brasil”. Queriam redescobrir a realidade brasileira de uma perspectiva original, e situando-se nela, o poeta Oswald de Andrade lançou o Manifesto Antropofágico, em 1928, evocando o fato de que os índios tupinambás haviam comido o primeiro bispo do Brasil, Dom Pero Fernandes Sardinha, tão logo chegara ao litoral, salvo de naufrágio, no século XVI. Para o poeta, era preciso deglutir toda contribuição estrangeira, digerir a arte européia e refazê-la como o Aleijadinho no século XVIII. “Poesia pau-brasil”, assim Oswald intitulou o seu livro de 1924, na busca da origem e da originalidade. De uma poesia de exportação, tal como a madeira vermelha fora o primeiro produto brasileiro levado à Europa. Mário de Andrade publicou “Macunaíma” (1928), uma rapsódia com que revolucionou a literatura e a visão do país.


Os modernistas despertaram a atenção geral para as cidades históricas e o patrimônio artístico. O passado não é o que passou, mas o que fica daquilo que passou, ensinou Alceu Amoroso Lima. A viagem de 1924 foi urna referência extraordinária. Quase todos os poetas modernistas, nesse momento, compuseram obras sobre temas do patrimônio e lutaram por sua preservação.


Em 1935, o então ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema, que havia participado do movimento modernista na década anterior e tinha como chefe de gabinete o poeta Carlos Drummond de Andrade, acolheu o clamor dos modernistas. Convidou, inicialmente, o poeta Mário de Andrade para elaborar uma grande enciclopédia do patrimônio cultural do país, mas a completa falta de levantamentos e inventários levou Mário a dizer-lhe que o caminho seria outro. Assim, a partir de 1936, começou a ser instalado o Serviço (hoje Instituto, IPHAN) do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, tendo à frente o escritor modernista Rodrigo Meio Franco de Andrade.


Os poetas Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade e os arquitetos Lúcio Costa e Oscar Niemeyer achavam-se entre os primeiros colaboradores do IPHAN. Essa verdadeira campanha de resgate da história e da memória do Brasil, dos testemunhos materiais móveis, das edificações e centros urbanos que então definhavam, do universo visual da tradição vernacular e da arte da mão do povo, do som da terra e de uma sensibilidade primitiva, que era também a dos cubistas, superando o paradigma europeu — foi todo esse movimento que conduziu as vanguardas a novos enunciados estéticos, num patamar até ali apenas sonhado por alguns poucos.

Dessa forma, pode-se dizer que o processo de renovação artística e cultural do Brasil no século XX foi balizado pelas referências advindas do patrimônio cultural, como fonte permanente do novo. O gesto inédito da criação, a ruptura, a invenção do design, as vanguardas, a reinterpretação das tendências internacionais, a construção da modernidade brasileira, tudo isso evoluiu a partir da mirada modernista sobre o patrimônio que o Brasil acumulara ao longo da história colonial, a herança pré-cabralina, a contribuição africana, o primado europeu, o pacto antropofágico de Oswald de Andrade. A procura tinha por meta uma língua e uma linguagem brasileiras.


É significativo enfatizar que, no Brasil, patrimônio e vanguarda, tradição e ruptura, estabeleceram um diálogo rico de conseqüências no plano da criação artística. Os conceitos de proteção, salvaguarda e conservação de bens culturais materiais e imateriais são abastecidos pelo desejo de evolução com base no fluxo histórico que vem do passado rumo ao futuro, em comunicação dinâmica e transformadora.


Um século depois da independência, o Brasil quis ser independente no território da cultura e proclamou a liberdade de criar sem a regência estética da velha metrópole européia. Mais um século é vencido e, na mirada do bicentenário, posto em que se colocam como observadores quase todos os Estados ibero-americanos, a questão se dirige ao modo pelo qual os nossos países se inserem no mundo globalizado.


É ainda o patrimônio cultural que pode responder e equacionar o desafio. Documento de identidade de um país, raiz, referência, baliza, fonte de inspiração e ânimo, os acervos e as linguagens culturais constituem o melhor detector de vírus que possam contaminar a soma das contribuições e o diálogo enriquecedor de que falavam os modernistas de cem anos atrás. Quem conhece Ouro Preto, disse o ensaísta Afonso Arinos de Melo Franco, não pode duvidar do futuro do Brasil. Quem conhece o patrimônio dos países aqui reunidos, mais ainda confia no amanhã da América Latina.


Há cerca de 20 anos, o pensador Emanuel Dimas de Melo Pimenta, em conversa com um diplomata brasileiro em Lisboa, ouvia dele a profunda impressão sentida diante de um planeta aparentemente sem ação, “imobilizado” face a tudo o que acontecia. “As pessoas parecem estar paralisadas, como se estivessem petrificadas por uma overdose informacional”. Algum tempo antes, frisou Melo Pimenta, McLuhan havia afirmado que “todos os media são clichês ambientais. O efeito de tais ambientes é a narcose ou entorpecimento. Este é o tipo de prisão que, misteriosamente, resulta em metamorfose”.


As tecnologias modernas, fatores exógenos, favorecem a diluição das características e peculiaridades culturais de um país, no processo dessa nova dependência, que é tecnológica e é cultural. O espaço da cultura se demarca pela ação criadora do homem, a qual expressa a sua liberdade, e os referenciais acumulados nesse contexto são instrumentos para a construção dialética do presente e do futuro, porque ainda existe, como escreveu o pensador e economista Celso Furtado, uma resistente capacidade de reação, fundada na crença de que a história do homem está longe de ter sido cabalmente contada.


Aonde o levará a civilização que o transforma em robô? — indaga Furtado, ao contemplar o horizonte de perplexidades do terceiro fim de século vivido pela civilização industrial. Que formas assumirá a sua última resistência? Haverá uma nova civilização ou apenas a prolongação da atual sob formas degradadas?


O ponto crucial da cultura na era da globalização reside no fato de que as atividades culturais e a ação criadora do homem se operam em espaços nacionais, entre a regra e a exceção, mas dependentes de impulsos gerados no plano transnacional, condicionantes de idéias e sentimentos mundializados. Tudo é teleguiado pelas mesmas matrizes globais. Novas atividades religiosas e para-religiosas, de um lado, e o caráter instrumental da ciência na transformação do mundo, de outra parte, são oferecidos como caminhos antagônicos, embora permitindo eventuais satisfações.


Estão em causa a alimentação da criatividade em sua área mais nobre, que é a da atividade artística, as relações do homem com a natureza e o suporte social da reprodução da espécie. Nos três casos, prossegue o intelectual brasileiro, os conflitos emergentes assumem a forma de rejeição das estruturas de enquadramento social, de afirmação da criatura humana, de reivindicação da liberdade,
— Tudo se passa como se o homem houvesse desesperado de “aperfeiçoar” as engrenagens que criou, de criticar a razão a partir da própria razão, de defender-se da técnica com mais técnica. E para mudar de rumo, volta às próprias origens, retoma contato com suas dimensões secretas, assume a plena lucidez. E toma pé no fundamental, na essência do humano, que é a ânsia de ser livre — conclui Celso Furtado.


O Chile celebra o bicentenário de sua independência, congregando os municípios à volta do desafio da conservação do patrimônio e da conquista do futuro. Na mirada dos dois séculos de construção nacional dos países ibero-americanos, a linha evolutiva que advém dos primórdios milenares ilumina tanto a origem quanto o destino de nossas culturas, indicando a liberdade, a justiça e a paz como metas de que jamais nos afastaremos.

Ângelo Oswaldo de Araújo Santos é jornalista, escritor e advogado. Prefeito municipal de Ouro Preto (1993-96, 2005-08, 2009-12), exerceu os cargos de secretário de Estado da Cultura de Minas Gerais, presidente e conselheiro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, IPHAN, chefe de gabinete do Ministério da Cultura e ministro interino da Cultura do Brasil, na gestão do ministro Celso Furtado. Foi condecorado pelos governos de Portugal, Espanha e França.









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martes, 7 de diciembre de 2010

Santiago, desigualdades urbanas y proyecciones


Por Francisco Olea, concejal de La Reina

Santiago de Chile -en este estudio- ocupa el lugar 5to, con un índice Gini de 0,55, en un ranking de 10 ciudades con mayor desigualdad.


ver:

http://www.lanacion.cl/santiago-desigualdades-urbanas-y-proyecciones/noticias/2010-12-06/200016.html

El estudio sobre: “Estado de las ciudades del Mundo 2010/2011: reducir la brecha urbana”, elaborado por ONU-Hábitat, incluye entre sus áreas de interés un análisis de la distribución del ingreso en cada uno de los países. Para este propósito se utiliza el coeficiente de Gini, que es una medida de la desigualdad que permite conocer estas asimetrías. Elaborado por el estadístico italiano Corrado Gini, el “coeficiente de Gini” es un número entre 0 y 1, en donde 0 corresponde con la perfecta igualdad y 1 corresponde con la perfecta desigualdad.

Según el informe mundial sobre asentamientos humanos del año 2009, en Latinoamérica y el Caribe, se indica que el 5% más rico de la población recibe un 25% del ingreso regional mientras el 30% más pobre recibe solo el 7,5%. Estos antecedentes vienen corroborando las brechas en nuestra región, que con este nuevo informe encienden las luces a sus habitantes y autoridades.

El foco de atención entonces, son las ciudades. En estos espacios, la sociedad y sus asentamientos urbanos observan crecimientos exponenciales, nuevas dinámicas de ocupación del suelo, tensiones y conflictos sociales en los últimos años, y el propósito de ONU-Hábitat es contribuir con diagnósticos y propuestas a pensar y planificar ciudades sustentables.

Santiago de Chile -en este estudio- ocupa el lugar 5to, con un índice Gini de 0,55, en un ranking de 10 ciudades con mayor desigualdad. Entre las ingratamente nominadas están: Goiania (0,65) en Brasil; Bogotá (0,61) en Colombia; Ciudad de México (0,56) en México; Provincia de Catamarca (0,55) en Argentina; Quito (0,54) en Ecuador; también Chillán (0,51) en Chile; Ciudad de Guatemala (0,50), Guatemala; Montevideo (0,45) Uruguay, y finalmente Managua (0,42) en Nicaragua.

Según los especialistas, algunos factores sobre esta problemática se explicarían porque, “las políticas de suelo y vivienda implementadas en los últimos 25 años en nuestras ciudades han tenido una incidencia directa en las condiciones de vida de los barrios y comunidades”. Asimismo, “en los años 80 los programas de erradicación de campamentos significaron traslados masivos de poblaciones de escasos recursos localizadas en áreas centrales hacia la periferia”.

Entonces, el proceso anterior, contribuyó a una fuerte e irreversible segregación espacial, lo que ha impactado y profundizado las brechas sociales, económicas, sociales y culturales en la ciudad, como queda demostrado en el caso de la distribución de los ingresos en el informe de ONU-Hábitat.

Junto con lo anterior, es imprescindible tener en cuenta que nuestra ciudad de Santiago ha sido impactada por procesos de modernización e impactos de la globalización en distintas escalas. Hoy, su estructura se hace más compleja, ya que concentra además cerca del 40% de la población y de la fuerza de trabajo, alrededor del 80% de las actividades financieras y un nivel de actividad económica que representa casi la mitad del PIB chileno. Por otra parte, los datos sobre pobreza son elocuentes. El año 2009 la línea de pobreza se estimaba en un 11,5%, asimismo, el total de población en situación de pobreza no indigente alcanzó un 8,8% y la población en situación de indigencia un 2,7%.

Así entonces, subsisten encrucijadas de una ciudad con fuertes contrastes sociales -pero también- de enormes oportunidades para enfrentar la desintegración social, la exclusión y estigma en barrios y ciertos segmentos sociales. En los próximos años las autoridades, el sector público y privado, mediante políticas públicas e instrumentos de gestión territorial, deberán enfrentar estos cambios y dilemas.

A modo de arriesgar “un recetario” o una “recopilación incompleta”, el diagnosticar y proponer líneas estratégicas de intervención urbano-inclusiva es una urgencia. Incentivos para nuevos subcentros de desarrollo e innovación, generación de educación y empleos de calidad, alternativas para el medio ambiente, transporte y paisajismo, condiciones para el crecimiento y medidas de mitigaciones, deberá ser el centro de gravedad de la planificación de la ciudad de Santiago del siglo XXI. Así quizás, las nuevas promesas de superar las brechas urbanas seguirán resultando seductoras y contagiosas para sus habitantes.

Finalmente teniendo en cuenta este registro asimétrico, y dada la velocidad de los cambios que se avecinan, nuestra ciudad enfrentará una serie de nuevos comienzos, pero también de incesantes finales. Vaya paradoja.






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lunes, 6 de diciembre de 2010

Antenas celulares


La Reina, jueves 02 de diciembre 2010

Señores
Felipe Morandé
Ministro de Transportes y Telecomunicaciones

Jorge Atton
Subsecretario de Telecomunicaciones

Gobierno de Chile

Se cumplen 38 días desde que en nuestra comuna vecinos y residentes con el apoyo unánime del Concejo Municipal de La Reina, acordáramos desarrollar todas las acciones ciudadanas, administrativas y legislativas en torno a no permitir y rechazar la localización de antenas celulares en barrios residenciales, a la vez, solicitar que el proyecto de Ley sobre esta materia se tramite a la brevedad. Varios parlamentarios han apoyado estos postulados.

En nuestra comuna, se han emplazado nuevas antenas celulares en av. Larrain, av. Príncipe de Gale y calle Nuncio Laghi, lo que ha generado el malestar y rechazo activo de la comunidad. El impacto visual, el daño a la plusvalía de las viviendas cercanas de estas estructuras es innegable, también, los posibles efectos sobre la salud de las personas, lo que significo que mes de abril del año 2007 se tramitará en el Congreso un proyecto de ley que regula la instalación de torres y antenas de celulares.

Por lo anterior, solicitamos mediante esta carta, las siguientes demandas, de nosotros contribuyentes de este país:

a. Tramitación del proyecto de Ley sobre Antenas Celulares con carácter de urgente.
b. Número, localización y empresa que tienen Antenas Celulares en La Comuna de La Reina.
c. Número, localización y empresa que ingreso o tramita nuevas solicitudes de Antenas Celulares el año 2010-2011 en La Reina.

Finalmente, esperamos que una legislación de esta naturaleza sea una urgencia. Esto permitirá seguir mejorando las condiciones de vida de nuestros barrios y entornos familiares, lo que sin lugar, dará mayor tranquilidad a los residentes y ciudadanos.

Esperando una buena acogida, se despide atte



Tomas Fuentes Francisco Olea José M palacios
Concejales de La Reina


Por los vecinos:

Andrea Fazzolari Eugenio Montelafoy Ingrik Kaempfe


Cc vecinos de La Reina
Medios de comunicación
Archivo










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martes, 30 de noviembre de 2010

Bicicletas y el canal San Carlos



Por Francisco Olea, concejal de La Reina

La metropolización de Santiago y este proyecto es parte de la búsqueda de una ciudad sustentable, con alta eficiencia energética, con medios de transporte de calidad y no contaminantes, que valore su morfología y paisaje, que recicle su historia y trama -por lo mismo- estas propuestas detonan nuevas preguntas y desafíos a sus residentes y autoridades

Blog Columnistas

ver:

http://www.lanacion.cl/bicicletas-y-el-canal-san-carlos/noticias/2010-11-29/222641.html

En nuestro país, según proyecciones de la encuesta de origen y destino de viajes del Gran Santiago, cerca de un 3% se implementa en bicicleta. Los hogares que cuentan con bicicleta crecieron 67,5% entre el Censo de 1992 y el 2002, estimándose unos 2 millones de bicicletas en Chile.

Por otra parte, el Gobierno Regional contempla la construcción de unos 700 kilómetros de ciclorutas a 2012, esto acompañado de unos 200 estacionamientos para bicicletas. En este esfuerzo de cambio en los hábitos de transporte, destaca el apoyo de la cooperación y experiencia internacional. En efecto, la organización holandesa Interface for Cycling Expertise (I-CE) que junto a “Ciudad Viva”, han desarrollado jornadas de intercambio de visiones sobre el urbanismo, la planificación, el paisajismo y la bicicleta en la ciudad de Santiago.

Pero también, en la escala urbana de la zona oriente, el canal San Carlos es una pieza clave. Cruza en sentido sur-oriente a nor-poniente con una simple trayectoria: es alimentada por el río Maipo y cierra un primer ciclo en el río Mapocho. En la actualidad, se evidencia un deterioro y ausencia de sus atributos paisajísticos, lo que preocupa a la comunidad que habita en sus bordes.

Esta verdadera huella morfológica, provee además un espesor de alrededor de 50 metros de parque lineal, a comunas como La Reina, Peñalolén, Macul, Ñuñoa, Providencia y Las Condes. Sus características convierten al parque Tobalaba en una pieza vital de integración intercomunal, en su trayectoria lineal y en la creación de determinados nodos de alto flujo y redes de intercambio. Las estaciones de Metro de la línea 4 sobre el parque, los cruces y bordes comunales, o las fachadas de edificios con abundante arbolado urbano y subcentros a escala barrial, dan un “plus” a la convergencia de esta zona residencial y el despalzamiento.

En este panorama colonizado de oportunidades, en La Reina proyectamos un nuevo parque lineal a lo largo del canal San Carlos. El proyecto consiste en una nueva ciclovía que se extiende por casi 5 kilómetros, entre las avenidas José Arrieta y Francisco Bilbao. El “nuevo parque Tobalaba” introduce una nueva vocación al territorio asociado al canal San Carlos y la cultura del tiempo libre, la recreación y el ciclismo. Esta inversión busca, vitalizar una franja de espacio público en función de una estrategia de integración intercomunal, con una atractiva oferta de circulación y posibilidades de integrar ciclovías de distintas comunas.

Esta suerte de “mixtura del medio ambiente urbano” contempla un presupuesto cercano a los $680 millones. Implica unos 5 Km. de parque lineal renovado. La ciclorruta incorpora además, un sendero de maicillo peatonal, nuevos arbustos, máquinas de ejercicio al aire libre, una mejor protección y seguridad para el canal y la comunidad, unas 30 estaciones de descanso y cerca de 100 nuevas luminarias. Su reacondicionamiento inyectaría nuevos flujos de peatones y ciclistas, revirtiendo la tendencia de inseguridad en el sector que suelen denunciar los vecinos debido a la falta de iluminación, espacios de circulación definidos y mayor visibilidad.
Así entonces, la metropolización de Santiago y este proyecto es parte de la búsqueda de una ciudad sustentable, con alta eficiencia energética, con medios de transporte de calidad y no contaminantes, que valore su morfología y paisaje, que recicle su historia y trama -por lo mismo- estas propuestas detonan nuevas preguntas y desafíos a sus residentes y autoridades.

A modo de corolario, repensar la ciudad de Santiago, el canal San Carlos y las bicicletas, es una señal de visión urbanística necesaria para consolidar la calidad de vida y el futuro de nuestros barrios y familias. Así, estas iniciativas llenas de riesgos y oportunidades, suponen hacer de la urbe un lugar algo más acogedor por nosotros, sus habitantes.







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domingo, 28 de noviembre de 2010

Ministerio Público y asaltos




Aplauden nombramiento de fiscal con dedicación exclusiva para investigar delitos en zona oriente de la capital


“A diferencia de algunas autoridades municipales, confiamos plenamente en las acciones implementadas por el Ministerio Publico”, enfatizo el concejal de La Reina Francisco Olea

ver:

http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/11/26/aplauden-nombramiento-de-fiscal-con-dedicacion-exclusiva-para-investigar-delitos-en-zona-oriente-de-la-capital/


El concejal de La Reina Francisco Olea se mostró satisfecho con el nombramiento de un fiscal exclusivo para que indague sobre los delitos ocurridos en casas y departamentos del sector oriente, en particular, en las comunas de La Reina, Vitacura, Lo Barnechea y las Condes.

“Confiamos plenamente en que el fiscal Samuel Constenla avance en resolver adecuada y oportunamente los diversos casos denunciados, y se adoptando las medidas necesarias para la atención y protección de víctimas y testigos, como prioridad”, sostuvo.

En el sistema procesal penal, son los fiscales los que dirigen a las policías en la investigación de los delitos.

“La Fiscalía o Ministerio Público es un organismo autónomo y eso da plena garantía a los ciudadanos en el ejercicio de la justicia en nuestro país”, agregó Olea.









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Seguridad Ciudadana

Solicitan cadena perpetua para violador de La Reina

El concejal Francisco Olea pide la condena máxima para José Luis Sáez, quien abusó sexualmente de una menor de 15 años el 19 de septiembre del año 2009.

ver:


http://www.latercera.com/noticia/nacional/2010/11/680-310121-9-solicitan-cadena-perpetua-para-violador-de-la-reina.shtml

http://www.lanacion.cl/solicitan-cadena-perpetua-para-violador-de-la-reina/noticias/2010-11-24/202652.html

http://noticias.123.cl/noticias/20101124_36ad476a583eb4e9b38043389be6eec7.htm


Tras el dramático testimonio de una de las ví­ctimas del denominado violador de La Reina, de tan sólo 15 años, quien relató este miércoles el momento en que fue abusada por el acusado José Luis Sáez Gallardo, en pleno barrio residencial; el concejal Francisco Olea, pidió cadena perpetua para el sujeto.

El concejal por La Reina sostuvo que "gracias al trabajo eficiente de la PDI y Ministerio Público quienes lograron detener y procesar a este criminal, la ciudadaní­a pudo respirar más tranquila luego de estos trágicos hechos ocurridos el dí­a 19 de septiembre del año 2009".

Finalmente, el concejal Olea indicó que se debe "reforzar campañas de autocuidado, orientadas a la integración de barrios y nuevos condominios, asimismo la protección de las familias en sectores residenciales más aislados, y una rigurosa presencia de vigilancia policial es una prioridad".









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lunes, 22 de noviembre de 2010

Bicicletas y ciudad


Con la participación de medio millar de ciclistas y representantes de organizaciones ciudadanas, se llevó a cabo el Ciclopaseo Familiar en la comuna de La Florida, el pasado sábado 13 de noviembre.


La actividad fue organizada por el Instituto de Ciencias Alejandro Lipschutz ICAL, en el marco del proyecto de financiamiento del 2% del FNDR del Gobierno Regional de Santiago, y contó con la colaboración de la Corporación de Deportes.


Entre las instancias que participaron en la jornada recreativa estuvieron la Casona de los jóvenes de la Villa O’Higgins, el Instituto del Medio Ambiente, IDMA, el Colegio Raimapu y el propio ICAL.


El ciclopaseo Familiar, que se realizó en la avenida Santa Amalia, fue la parte final de diversas cicletadas efectuadas por toda la comuna.


En la oportunidad, el Alcalde de La Florida junto a concejales de La Reina y La Florida suscribieron un compromiso de acuerdo para promover el uso de la bicicleta, el desarrollo de la construcción de ciclovías y estacionamientos para bicicletas en las estaciones del Metro.


Los concejales de La Reina, Francisco Olea y José Manuel Palacios, junto a los de La Florida, Verónica Aliaga, Inés Gallardo, Susana Hernández y el concejal José Luis Alegría, se comprometieron a realizar un trabajo coordinado en pos del transporte en bicicleta y conformar una Agrupación de Concejales del Area Metropolitana.


Dicha instancia tendría como fin conseguir recursos centrales para el desarrollo de infraestructura y la realización de iniciativas que incentiven el uso de la bicicleta. Sellaron el acuerdo, el presidente de la Comisión de Control y Gestión del Consejo Regional del Gobierno Regional, Manuel Hernández, el alcalde de La Florida, Jorge Gajardo y el director del Instituto de Ciencias Alejandro Lipschutz, Marcos Barraza.


Se sumarán a esta iniciativa la Red de Alcaldes, encabezados por Luis Montt de La Reina, Rodrigo Etcheverry de Buin, Erasmo Valenzuela de Calera de Tango, y Gonzalo Navarrete de Lo Prado, quienes gestionarán acciones comunales, tales como ciclopaseos familiares, la Ruta Escolar Segura y el Plan de Seguridad Vial para los trabajadores que se trasladan en bicicleta llamada "Pedalea Seguro".





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miércoles, 10 de noviembre de 2010

Carta Abierta a Senadores_Antenas Celulares








Señores
H. Senadores de La República de Chile
Presente


De nuestra consideración,

El crecimiento de la telefonía móvil en nuestro país ha generado externalidades positivas, pero también algunas negativas. Por ello, desde el mes de abril del año 2007 y respondiendo a una inquietud ciudadana, se tramita en el H. Congreso un proyecto de ley que regula la instalación de antenas celulares y sus torres soporte.

Sin embargo a 43 meses del ingreso de este proyecto de ley, es inexplicable e incomprensible para nuestros vecinos que aún no se legisle en esta materia de interés y preocupación. Por lo anterior, solicitamos a Uds. dar urgencia y prioridad a esta relevante materia para nuestra comunidad. En particular, en esferas como: información precisa a los vecinos y residentes directamente afectados, las condiciones de emplazamientos, aspectos vinculados a plazos y cronograma de contratos, rol del municipio, normas para una fiscalización oportuna y eficiente, zonificaciones para su instalación, Responsabilidad Social Empresarial (RSE) de los operadores, y dimensiones relacionadas con medidas preventivas en materia de salud y medio ambiente.


Lo anterior, posibilitaría precisar condiciones de localización, normativas de uso claras y fiscalización en terreno, otorgando mayor tranquilidad y seguridad a nuestros contribuyentes, residentes y usuarios de telefonía.

atte.


Coordinación Movimiento
No a Las Antenas Celulares en Barrios Residenciales


Francisco Olea Lagos Adriana Muñoz Barrientos
Concejales de La Reina




Ingrid Kaempfe Jacqueline Adrian Fernanda Álvarez
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martes, 9 de noviembre de 2010

El Mercurio y Concejales


Demanda de cambios a la ley orgánica de municipios:

Concejales piden que se exija 4° medio para ejercer el cargo

Diputados aprobaron proyecto de acuerdo que se enviará al Presidente para otorgarles mayores facultades a los concejales.





Como una "rebelión" denominó Carlos Soto, presidente de la Asociación de Concejales de Chile, el movimiento que busca modernizar el rol de estos funcionarios al interior de los municipios.
Ayer, concejales de todas las tendencias políticas presentaron el proyecto de acuerdo que aprobó la Cámara de Diputados, en el que se establecen los cambios con los que pretenden ampliar las facultades de los concejales para mejorar su gestión.

Allí proponen la exigencia de cuarto medio para quienes opten al cargo. En términos académicos, la ley orgánica de municipios establece como requerimiento sólo saber leer y escribir. Además, consideran necesario que se prohíba que los concejales tengan alguna relación de parentesco con el alcalde de turno.

Estiman que cuando sea necesario subrogar al edil, quien cumpla esa función debe ser el concejal más votado y no otro funcionario del municipio, como ocurre en la mayoría de los casos.
Respecto de la forma de ejercer sus funciones, los concejales exigen que se amplíe su facultad para presentar iniciativas, impulsar propuestas y proyectos sin que sea necesario que el alcalde los ponga en tabla, como sucede hoy día.

También esperan que se les habilite para citar o pedir información a funcionarios de las comunas de forma directa, lo que hoy no pueden hacer. "Un ciudadano común puede fiscalizar mejor a través de la ley de transparencia que nosotros", explicó Carlos Soto.


Este acuerdo se le hará llegar al Presidente, Sebastián Piñera, para que él envíe el proyecto que modifique la ley orgánica constitucional de municipios.

2.142 es el número de concejales que existen en todo el país.

73 diputados aprobaron el proyecto de acuerdo para modernizar el rol de estos funcionarios




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lunes, 8 de noviembre de 2010

Antenas Celulares y Cia. deTelecomunicaciones


Compañía de telefonía accede a negociar con agrupaciones de vecinos de La ReinaLos contribuyentes apoyados por concejales han perseverado en rechazar antenas celulares en barrios residenciales.

por La Tercera - 08/11/2010 - 11:38
ver:


Hoy la empresa de comunicaciones Entel accedió ante los reclamos de usuarios y vecinos, a integrar una mesa diálogo para discutir la instalación de antenas celulares.

Este grupo estará integrado por la Administradora Municipal de La Reina Jeanette Fernández, concejales y representantes de las calles calle Nuncio Laghi, avenida Larraín y Príncipe de Gales.

Los concejales de La Reina, Adriana Muñoz y Francisco Olea, sostuvo que "mientras estas antenas celulares no sean re-localizadas mantendremos las acciones vecinales en defensa de nuestros residentes y contribuyentes".

Se han estimado en más de 12 mil las torres instaladas en todo Chile, mientras el mercado requiere cerca de 20 mil antenas. Según antecedentes, se han cursado más de 3.500 solicitudes para su localización en los últimos meses.

El concejal de La Reina Olea insistió que "pondremos a prueba en esta oportunidad la Responsabilidad Social Empresarial (RSE) mientras esperamos que el Parlamento, luego de 44 meses legisle en esta materia. Lo anterior permitirá, dar tranquilidad y seguridad a los contribuyentes a través de condiciones, normas y fiscalización, cuestión que hoy esta en tierra de nadie", enfatizó.
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domingo, 7 de noviembre de 2010

Antenas Celulares


Con lluvia vecinos protestan por nuevas antenas celulares en sus barrios

Contribuyentes apoyados por concejales manifestaron su malestar por el incomprensible retraso de la labor parlamentaria sobre esta ley.

Vecinos portando pancartas y lienzos se manifestaron contra la instalación de antenas celulares en las afueras de una compañía de telecomunicaciones en Plaza Egaña, por considerar que hay un vacío legal que indigna a familias de barrios residenciales.

Los concejales de La Reina, Adriana Muñoz y Francisco Olea, señalaron que “a casi 44 meses de ingreso de este proyecto de ley, es incomprensible que el Parlamento no agilice un proyecto de Ley que contribuirá a una mayor regulación y fiscalización de la instalación de antenas celulares en los barrios”

Olea y Muñoz han estimado en más de 12 mil las torres instaladas en todo Chile, mientras el mercado requiere cerca de 20 mil antenas. Según antecedentes, se han cursado más de 3.500 solicitudes para su localización en los últimos meses. Una ley permitirá un marco regulatorio que dará mayor seguridad a los residentes considerando que el mercado de las telecomunicaciones ya cuenta con cinco operados a nivel nacional.

Olea dijo que sólo en La Reina se han emplazado nuevas antenas en calle Nuncio Laghi, Av. Larraín y Av. Príncipe de Gales, lo cual ha generado malestar, temor y rechazo entre los habitantes de los sectores.

“Asimismo, los posibles efectos sobre la salud de las personas, significó que en el mes de abril del año 2007 se ingresará al parlamento un proyecto de ley que postula condiciones y estándares para la instalación de torres y antenas de celulares. El proyecto sigue radicado en el Senado”, puntualizó.

Finalmente, los vecinos indicaron que “lo sensato y coherente es que de una vez los parlamentarios cumplan con el rol y la tarea asignada que es, legislar a favor de los contribuyentes y ciudadanos sobre las antenas celulares”.



ver:





http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/11/07/con-lluvia-vecinos-protestan-por-nuevas-antenas-celulares-en-sus-barrios/

sábado, 6 de noviembre de 2010

Asociación Chilena de Municipios



MUNICIPIOS REFLEXIONAN SOBRE ESTRATEGIAS DE PREVENCIÓN DE DROGAS Y ALCOHOL

Con la presencia del presidente e la Asociación Chilena de Municipalidades, Alcalde Claudio Arriagada, la presidenta y vicepresidente de la Comisión de Prevención de Droga de la ACHM, alcaldesa de Recoleta, Sol Letelier y Francisco Olea, Concejal de La Reina, se inauguró el seminario: “Prevención de Alcohol y Drogas, de la Estrategia Nacional a la Intervención Local”. En el encuentro participaron importantes actores en el trabajo de prevención y rehabilitación.

ver:

http://www.munitel.cl/

Claudio Arriagada realizó una exposición sobre los problemas que enfrentan los equipos municipales y se explayó sobre los contextos en el consumo de drogas en nuestro país: “En el marco de enfrentar las políticas públicas de prevención, debemos situarnos en los contextos de desigualdad que tenemos en Chile y la vulnerabilidad de nuestro país”. Sin embargo, Arriagada no atribuyó toda la responsabilidad a la pobreza en el tema del consumo de drogas, sino que, “existen carencias afectivas que debemos reconocer y trabajar con nuestros equipos técnicos”.

Por su parte, Sol Letelier, manifestó que este es un tema trascendental que enfrentan los Municipios del país: “Esto nos da mucha fuerza, porque este seminario nos permite reconocer que existen muchas personas e instituciones que está trabajando para superar este flagelo”. La alcaldesa de Recoleta subrayó que, “tenemos un desafío y es dar la pelea y la daremos desde el ámbito local, porque somos nosotros los que administramos la salud y educación”.

Francisco Olea, vicepresidente de la Comisión señaló que, “nosotros pensamos que la Asociación Chilena de Municipalidades tiene un rol vital en poder oxigenar temáticas, llevar experiencias y antecedentes técnicos, cuantitativo y cualitativo sobre el abuso del consumo de drogas”.

En el seminario participó la alcaldesa de Pedro Aguirre Cerda, y vicepresidenta de la ACHM, Claudina Núñez, quien entregó su experiencia del trabajo comunitario que se realiza en su comuna. Además, el seminario permitió escuchar la visión de Macarena Arias del CONACE nacional y una serie de experiencias vinculada a la prevención y rehabilitación de drogas que se están ejecutando en nuestro país.



Comunicaciones AChM

martes, 2 de noviembre de 2010

Antenas Celulares





ver:


http://www.latercera.com/noticia/nacional/2010/11/680-303985-9-vecinos-de-la-reina-protestan-por-masiva-instalacion-de-antenas-celulares-en-la.shtml

Vecinos y representantes de tres organizaciones sociales de la comuna de La Reina, protestaron hoy frente a las oficinas de una compañía de telefonía celular, ubicada en el sector de Plaza Egaña, por la masiva instalación de antenas celulares de esa empresa en la comuna.

Habitantes de los sectores de Nuncio Laghi, Príncipe de Gales y Avenida Larrain, llegaron hasta al lugar con pancartas alusivas al problema y exigiendo el retiro inmediato de las instalaciones.


http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/11/01/vecinos-de-la-reina-protestan-por-masiva-instalacion-de-antenas-celulares-en-la-comuna/

Vecinos de La Reina protestan por masiva instalación de antenas celulares en la comuna

Al menos tres de estas instalaciones han motivado movilizaciones de los habitante en defensa de su salud, el paisajismo y del valor de sus propiedades.






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domingo, 31 de octubre de 2010

en CNN Chile

ver:

http://www.cnnchile.cl/salud-medio-ambiente/2010/10/30/bajan-presupuesto-para-programa-de-prevencion-de-drogas-del-conace/



Una disminuición de un 35% tendrá para el próximo año el presupuesto destinado para el programa de prevención de drogas del Conace. Una rebaja que preocupa a la Asociación Chilena de Municipalidades (Munitel), puesto que precisamente en estas comunas se aplica el plan preventivo para bajar los índices del consumo.

Francisco Olea, Concejal de la Reina y vicepresidente de la Comisión de Prevención de Drogas de la Munitel, conversó de este tema con CNN Chile, además de la instalación de una antena de celular en un barrio residencial de la comuna.








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domingo, 24 de octubre de 2010

Antenas Celulares


VECINOS DE LA REINA PROTESTAN POR UNA NUEVA ANTENA CELULAR EN PLENO BARRIO RESIDENCIAL DE AV. LARRAIN CON LOS LITRES


El Concejal de La Reina Francisco Olea relató que: “no estamos conforme con la lentitud de la tramitación del nuevo proyecto de ley sobre Instalación Antenas Celulares. Por lo que hemos insistido en la idea de implementar vía WEB un portal que informe: las antenas instaladas en las comunas y barrio, los niveles de radiación de la antenas instaladas, autorizaciones en trámite, indicando las compañías que la solicitan, como información a nuestros contribuyentes y vecinos”.


La instalación de una quinta torre para telefonía móvil de la empresa Entel desató el malestar de la comunidad luego que la empresa de telecomunicaciones instalara una nueva repetidora a no más de 4 cuadras de la casa de un familiar del directorio de una compañía de telecomunicaciones, en la comuna de La Reina. Vecinos de calle Los Litres y Av Larrain portando pancartas y lienzos se manifiestan en contra con una acción que rompe la armonía e integración de familias y residentes.

Los Concejales A Muñoz, y F. Olea agregaron que: “han fiscalizado en terreno y comprobado in situ la presencia de más solicitudes para autorizaciones en sectores residenciales. Añadió que urge normar e implementar condiciones y zonificación para estas instalaciones que generan malestar y preocupación en la comunidad. Se estima en unas 20 mil antenas celulares en Chile y, unos 3 mil 500 permisos se encuentran en trámite, mientras duerme hace casi 3 años un proyecto legal destinado a normar la instalación.

POSIBLES DAÑOS A LA SALUD

Se informo además que, pese a que no hay estudios concluyentes respecto del daño que causan las antenas, científicos acusan que la contaminación electromagnética provocada por los celulares a través de radiaciones no ionizantes podrían provocar esclerosis lateral amiotrófica, Alzheimer, dermatitis, enfermedades alérgicas, asma bronquial, aumento de incidencias de abortos, alteraciones neuroconductuales, cardíacas y endocrinas, entre otras patologías. Ante esto algunas legislaciones aplican el principio precautorio, reconocido en el protocolo sobre seguridad de la biotecnología, del Convenio sobre la Diversidad y ha sido incorporado en las legislaciones de varios países europeos y latinoamericanos.

Finalmente, recordaron que en Chile la normativa se ajusta a la dada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), que permite un máximo de 100 μW/cm2 (microwatts por centímetro cuadrado). Un rango muy inferior al de Australia, donde se fijó en 200 μW/cm2. En varios países y la Comunidad Europea se recomienda no instalar antenas de telefonía móvil cerca de centros escolares, de salud o parques.





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sábado, 2 de octubre de 2010

Barrio Cervecero y Vecinos de Fco. de Bilbao


Comienzan alegatos de juicio que decidirá destino de cervecerías de Bilbao

ver:

http://diario.latercera.com/2010/09/23/01/contenido/santiago/32-39379-9-comienzan-alegatos-de-juicio-que-decidira-destino-de-cervecerias-de-bilbao.shtml


A su vez, el concejal Francisco Olea (PS) asegura que "estos locales no sólo afectan la calidad de vida de los vecinos en materia de propiedad y plusvalía, sino que en sus condiciones de tranquilidad e integración al barrio".

Olea añade: "Los concejos municipales tienen que respaldar a sus vecinos como primera prioridad y los locatarios tienen que cumplir con la responsabilidad social empresarial, lo que, lamentablemente, en este caso no se ha dado".

Asimismo, para el abogado Alfredo Morgado, representante de los vecinos y de la municipalidad, el fallo debería beneficiar a los vecinos, ya que es un tema donde lo que está en juego es el bienestar de muchos ciudadanos.
"Lo que buscan los vecinos es básicamente un mejor vivir y recuperar el barrio para las familias. Los vecinos siempre se plantearon que hubiera concesiones mutuas en favor del bien común, pero lastimosamente los grupos que pertenecen al comercio de bebidas alcohólicas no actuaron con la altura suficiente de ceder frente a los ciudadanos", señala Morgado.




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martes, 7 de septiembre de 2010

Carta a Alcadia

La Reina, lunes 05 de septiembre, 2010


REF: Solicita información sobre
Plano Regulador Comunal
de La Reina (PRC).



SEÑOR
LUIS MONTT DUBOURNAIS
ALCALDE
IM DE LA REINA
PRESENTE




De nuestra consideración:

Junto con saludarlo, solicitamos a Uds. Información relacionada a la etapa de tramitación ante el Ministerio de Vivienda y Urbanismo de la Región Metropolitana de Santiago (GOBIERNO DE CHILE), tendiente a pronunciarse acerca de las nuevas modificaciones acordadas al Plano Regulador Comunal de La Reina (PRC).

Estos tramites tienen plazos y procedimientos de gran interés para nuestra comunidad, por lo que es vital, que este informe contenga a lo menos: el cronograma, carta gantt, estado de tramitación de cada uno de los aspectos técnicos relacionados con este importante proceso.


Esperando una favorable acogida, se despiden atte.,






ADRIANA MUÑOZ BARRIENTOS - FRANCISCO OLEA LAGOS
Concejales de La Reina





Cc
Vecinos/as
archivo




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martes, 24 de agosto de 2010

Asociación Chilena de Municipalidades




SE CONSTITUYÓ COMITÉ TÉCNICO MUNICIPAL DE PREVENCIÓN DE DROGAS Y ALCOHOL

Con la presencia de la presidenta de la Comisión, Alcaldesa de Recoleta, Sol Letelier, y el vicepresidente, Concejal de la Reina, Francisco Olea, se constituyó el comité asesor de la Comisión de Prevención de Drogas y Alcohol de la Asociación Chilena de Municipalidades. Este equipo asesor tendrá como objetivo generar un espacio de análisis de la situación de la prevención de alcohol y drogas a nivel municipal, que considere la diversidad territorial, financiera y administrativa de las 345 comunas del país.





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sábado, 21 de agosto de 2010

III Congreso de Concejales de Chile





ver:

http://www.lanacion.cl/sobre-el-congreso-de-concejales-de-chile/noticias/2010-08-18/185538.html

III CONGRESO DE CONCEJALES DE CHILE

Francisco Olea Lagos
Concejal de La Reina


En una búsqueda rápida en Google, la palabra “Concejales” arroja un posteo de 12.400.000 resultados en 0,22 segundos, mientras la palabra “Alcaldes”, asigna 9.970.000 resultados en 0,18 segundos.

El Concejo Municipal está constituido por el Alcalde y los Concejales. En cada municipalidad existe un concejo de carácter normativo, resolutivo y fiscalizador, encargado de hacer efectiva la participación de la comunidad local y de ejercer las atribuciones que señala la ley. El año 2008, unos 6 millones de electores -con un carácter volátil- escogieron entre 9.486 candidatos a unos 2.146 concejales en todas las comunas. Sin embargo, este ciclo de gestión claramente ha cerrado un largo y zigzagueante capitulo.

Parte de este análisis, se contrasto en una heterogénea asistencia al III Congreso Nacional de Concejales en la ciudad de Osorno en dónde en arduos debates, y múltiples miradas se debatió el rol y encrucijadas de esta tarea de sello soberano en las perspectivas del siglo 21. Esferas como el ordenamiento territorial y el medio ambiente, la función social y económica de cada comuna, y los recursos humanos y materiales disponibles para una innovadora gestión, son los vectores que empujan, presionan y obligan a los Concejales a mejorar su performance y propuestas de solución para una comunidad cada día más exigente e informada.

En esta masiva concurrencia, los nuevos problemas y encrucijadas del quehacer de los Concejales y las encrucijadas institucionalidad fueron el eje del conclave. La descentralización y desconcentración de funciones, aspectos administrativos y financieros son esferas aún pendientes en los Municipios de Chile. Queda en evidencia que, aún falta “banda ancha” para entender que convenios de programación e inversiones pluri-anuales están aún a la deriva, y muchas veces mega proyectos inmobiliarios o comerciales no mitigan y eluden su responsabilidad social empresarial, y no están en sintonía con una gestión pública y privada en donde “todos ganen”. Ejemplo de esto son, los planes de desarrollo comunal (Pladecos), que deben tener una mayor jerarquía local y encauzar la participación ciudadana y “on line” con el desarrollo urbano y ambiental expresado en los planes reguladores comunales.

Por otra parte, para muchos Concejales la dignidad y atribuciones de esta tarea muchas veces esta al arbitrio y capricho de los alcaldes de cada comuna (expresado por varios de los asistentes), por ende, este dilema complejo debe ser resuelto institucionalmente, lo que mejorara entre otros aspectos, las condiciones para una robusta fiscalización y aporte sereno y constructivo. También, la subrogancia de lo ediles (donde por mayoría se consensúo) debe ser ejercida por el Concejal más votado de la lista ganadora, lo que asegura que la representación soberana se mantenga en un cause democrático y representativo.

En esta línea de propuesta los diputados Fidel Espinoza y Sergio Ojeda, entre otros, asistieron a este conclave, “escucharon” a los ediles e informaron del proyecto de acuerdo 143, “Modernización del rol de los Concejales”, que indica: ampliar la facultad de iniciativa de los Concejales para propuestas y proyectos al Concejo Municipal; fuero coherente y priorizado para asistir a sesiones especiales; citar y solicitar información directa a funcionarios y organismos municipales para una mejor celeridad y trasparencia, condiciones administrativas y de recursos para una gestión razonable y de alto estándar para el ejercicio del cargo, entre otros aspectos.

Finalmente, albergar estas expectativas realistas para conseguir un avance sustancial en un plazo razonable para el mundo local, requiere también que el poder ejecutivo y el parlamento canalicen y priorice estas materias legislativas. Sin embargo, la apuesta testimonial es peligrosa. Cuando se pierde un proyecto o una demanda evidente, el primero que pierde es la ciudadanía. Y si por añadidura también pierde la institucionalidad, entonces pierde la democracia.

Esperamos que estos asuntos públicos y demandas acordadas ampliamente en el Congreso de Concejales, no sea un juego de suma cero.








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domingo, 8 de agosto de 2010

Hogares de ancianos y denuncia de TVN



Diputado Juan Luis Castro y Concejales de la Reina Francisco Olea e Ismael Calderón de Santiago exigen al Minsal un catastro nacional de los hogares de adultos mayores

Con el objetivo de dar mayores facultades a la ciudadanía para fiscalizar los distintos hogares de adultos mayores del país, el diputado PS, Juan Luis Castro, junto a los concejales Ismael Calderón de Santiago y Francisco Olea de la comuna de La Reina pidieron al Ministerio de Salud un catastro nacional de estos establecimientos al Ministerio de Salud, que esté disponible en el sitio web del Servicio Nacional del Adulto Mayor, Senama.

Esto para evitar presenciar hechos tan lamentables como el evidenciado por el Programa Informe Especial en la comuna de La Reina, donde 14 adultos mayores eran sometidos a vejaciones y malos tratos, además de condiciones sanitarias que calificaron de “inhumanas”.

En esa línea el parlamentario, miembro de las comisiones de salud y del adulto mayor, señaló la necesidad de dotar de mayores facultades a las corporaciones de salud de los Municipios para monitorear permanentemente estos recintos”.

“Creemos vital que los Municipios tengan la facultad de fiscalizar, a través de visitas periódicas, los hogares de adultos mayores y constatar en terreno cuáles son las reales condiciones, no sólo en materia sanitaria, sino también en el servicio mismo y trato que ofrecen. Además de eso creemos necesario tener a libre disposición de la ciudadanía y familiares a cargo del cuidado de adultos mayores, un catastro nacional de estos recintos, para así tener mayor oferta de los mismos y la posibilidad de hacer una fiscalización ciudadana de ellos”, destacó Castro.

Lo anterior cobra relevancia si se considera que la población sobre 60 años en Chile, según datos del INE, actualmente alcanza los dos millones de personas, de los cuales el 56% son mujeres (1.122.547) y el 44% hombres (883.137). Se espera que para el 2015, los mayores de 75 años sean el 4% de la población, medio punto porcentual más que el 2007.




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jueves, 5 de agosto de 2010

Canal de Ramon






En junio, la Dirección de Obras Hidráulicas comenzó a construir un nuevo ducto en el Canal de Ramón, en La Reina. Con un costo de 800 millones de pesos, el proyecto aumentará en 20 metros cúbicos por segundo la capacidad de conducción de aguas, que es la cantidad que baja por la Quebrada de Ramón en las estaciones lluviosas.






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martes, 3 de agosto de 2010

Vecinos respaldan decisión de Concejo Municipal




ver:

http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/08/01/vecinos-de-la-reina-respaldan-decision-del-concejo-municipal-contra-el-barrio-de-la-cerveza/


Vecinos de La Reina respaldan decisión del concejo municipal contra el barrio de la cerveza. Un 95% de los residentes respaldaron el acuerdo de la instancia del municipio que decretó no renovar patentes de alcohol en el barrio de Francisco de Bilbao.

por El Mostrador


Concejo Municipal de La Reina no renueva patentes de alcohol a nueve locales

Los vecinos de las calles Las Carretas, Troncos Viejos, Sánchez Fontecilla, Patricia Isidora, los Grillo, González Malbran, Ema Valderrama y Francisco de Bilbao decidieron apoyar con un 95% la resolución del concejo municipal de no renovar las patentes de alcoholes a los locales del polémico “barrio cervecero”

La determinación adoptada por la instancia municipal se fundamenta por las reiteradas infracciones, desordenes, robos, inseguridad y molestias a los residentes que significó una baja en la calidad de vida del sector.

El concejal Francisco Olea señaló que “durante cuatro años los continuos reclamos de los residentes y externalidades negativas, como inseguridad y temor, desordenes a altas horas de la noche, lo que alteró la tranquilidad y sello residencial y armónico de estos barrios fue clave en el acuerdo del Concejo Municipal”.

“La actitud y demanda de los residentes fue ratificada con esta consulta ciudadana que nos llevaron a confirmar esta drástica medida y una potente señal a los cerca de 180 locatarios de toda la comuna para un nuevo trato con la comunidad”, agregó.

Los locales afectados por la decisión del Concejo son Bachata Rosa, La Fuente Chica, Budapest, Birra y Re Locos, además de dos botillerías en el sector del Parque Hurtado.

Olea explicó que los intentos por buscar un acuerdo en horarios, seguridad, iluminación y cuidado del barrio fueron infructuosos, por ende, la comunidad demandó y exigió el no continuar con estos permisos.

Asimismo, advirtió que ante la posibilidad que existan nuevas faltas y reclamos no se descarta ordenar el cierre y cancelación de otras patentes.

Finalmente, locatarios informaron que concurrían a Tribunales de Justicia por considerar injusta la medida acordada.






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TVN: vecinos y locatarios se encaran

TVN

Conflicto de cerveceros: Vecinos y locatarios se encaran en cámara
Sigue la disputa por la resolución municipal de La Reina que impide renovar las patentes de alcoholes a pubs del sector de la comuna. Vecinos y cerveceros se enfrentaron hoy en cámara.


Ver

http://www.24horas.cl/videos.aspx?id=82869&tipo=27







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Barrio Cervecero




ver:

http://diario.elmercurio.com/2010/07/31/nacional/nacional/noticias/5D89E742-ECD4-447F-B150-8A17B8D053B3.htm?id={5D89E742-ECD4-447F-B150-8A17B8D053B3}ver:

http://www.lanacion.cl/municipalidad-de-la-reina-rechaza-patentes-del-barrio-de-la-cerveza-/noticias/2010-07-31/152627.html

http://diario.elmercurio.com/2010/08/01/nacional/nacional/noticias/0279D86B-48FE-4B05-B2D4-60E1DB331CD4.htm?id={0279D86B-48FE-4B05-B2D4-60E1DB331CD4}

La Reina deja sin patente a locales de barrio cervecero
R. Cerda y N. Cabello

Por cinco votos contra dos, el concejo municipal de La Reina rechazó ayer la renovación de las patentes de alcohol de cinco locales y dos botillerías en el "barrio cervecero del Jumbo", ubicado en Bilbao con Las Carretas.

El concejal Francisco Olea dijo que la medida apunta a evitar que las personas que viven ahí sean molestadas por peleas, ruidos e incluso asaltos y robos a vehículos que se producen en la madrugada.

"Éste es un lugar donde viven muchas personas de edad, que se ven afectadas al punto de que se está complicando la venta de inmuebles por la mala fama que está tomando el sector", señaló.

Los locales de marras son Bachata Rosa, La Fuente Chica, Budapest, Birra y Re Locos.
En tanto, el concejal José Manuel Palacios, opositor a la determinación, dijo que lo mejor es implementar un sistema de prohibición de estacionamiento en dicha zona, otorgar tarjetas de residentes y tener mayor fiscalización con inspectores municipales.

Por su parte, los dueños de estos locales manifestaron su pretensión de apelar ante la justicia. Por ahora, los establecimientos podrán seguir funcionando, pero ya no podrán vender alcohol.





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domingo, 18 de julio de 2010

Mall Las Brujas


Mall Las Brujas acuerda pagar 24 millones a municipalidad de La Reina por daño ambiental


El daño la patrimonio arbóreo se compensará en paisajismo en plata banda, bandejones y talud de lugares emblemáticos como Av. Padre Hurtado, Carlos Silva Vildósola, Av. Príncipe de Gales, plaza Carol Urzua y plaza La Reina.

ver:


http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/07/18/mall-las-brujas-acuerda-pagar-24-millones-a-municipalidad-de-la-reina-por-dano-ambiental/

por El Mostrador
Con el voto en contra del concejal Francisco Olea, la Inmobiliaria Saitec S.A, representante del polémico Mall Las Brujas, llegó a acuerdo con la municipalidad de La Reina para ser compensada con unos 24 millones de pesos por cerca de 2.000 metros cuadrados de daño ambiental.

Olea señalo que “en la ciudad de Santiago estas empresas asumen estos daños como costos marginales y gastos de operación, y no estoy dispuesto a hipotecar el patrimonio ambiental, el arbolado urbano y las áreas verdes, dando una señal de conciliación económica irrisoria con estos grupos inmobiliarios”.


El daño la patrimonio arbóreo se compensará en paisajismo en plata banda, bandejones y talud de lugares emblemáticos como Av. Padre Hurtado, Carlos Silva Vildósola, Av. Príncipe de Gales, plaza Carol Urzúa y plaza La Reina.

El litigio fue presentado en el juzgado de policía local de La Reina, rol 15.761-2009 y con la votación del Concejo Municipal, se establecen concesiones recíprocas entre el municipio y la empresa.
La Ley Sobre Bases Generales del Medio Ambiente, en su artículo 2 indica que “daño ambiental, es toda pérdida, disminución, detrimento o menoscabo significativo inferido al medio ambiente o a uno o más de sus componentes”.

Finalmente Olea indicó que “lo anterior significa que, la IM de La Reina, renuncia expresamente a cualquier acción civil, penal, comercial en contra de la empresa Saitec S.A. Lo anterior requería del acuerdo del Concejo Municipal a través de un acuerdo, en conformidad con lo establecido en la letra “h” del artículo 65 de la ley n° 18.696. Sin embargo, las externalidades negativas que ha traído este Mall no satisface y no ha tranquilizado a los vecinos y residentes de este sector residencial, cuyos impactos ambientales son una preocupación evidente”.
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martes, 6 de julio de 2010

Patentes de alcohol: sigue polémica vecinal


Cervecerías irán a la justicia por patentes en La Reina Tras las quejas de vecinos, el concejo municipal decidió no renovar los permisos para vender bebidas alcohólicas en seis locales del sector Bilbao-Las Carretas




ver:
http://www.latercera.com/contenido/680_273855_9.shtml



"Esta es la primera vez que me enfrento a este tipo de problemas con la junta de vecinos", dice Guillermo Allan, dueño de la cervecería Budapest y vocero de la Agrupación Gastronómica de Bilbao-Las Carretas, en La Reina. Como él son otros cinco los locales que se ubican en ese sector que el próximo 16 de julio se quedarán sin poder vender bebidas alcohólicas.

Ello, luego que el concejo municipal decidiera no renovar las patentes de alcoholes a nueve locales comerciales -dos bares, tres cervecerías y un minimercado del sector, otras dos botillerías colindantes al Parque Padre Hurtado y un local de venta de alcohol en Valenzuela Llanos- debido a los reclamos de los habitantes de la zona, que afirman vivir en un entorno inseguro y con constantes desórdenes en las noches. Mónica Alzérreca, presidenta de la junta de vecinos, cuenta que por más de 40 años ha vivido en el sector, pero en este último tiempo "tenemos que soportar que los jóvenes en la noche pasen botando los tarros de basura, tocando los timbres hasta las cinco de la madrugada y que haya robos a plena luz del día".

Vehículos que se estacionan en las calles aledañas a las cervecerías -obstruyendo los accesos a los residentes-, aumento en los robos a los automóviles y constantes ruidos son parte de sus quejas. Por eso, instalaron, en diciembre pasado, mesas de trabajo con los locatarios. Sin embargo, no hubo acuerdo. Así, el tema llegó hasta el concejo.

El vocero de los locatarios afirma que, pese a los dichos de los vecinos, ellos asistieron a las reuniones, e incluso, "les dijimos que estábamos haciendo algo por el sector, pues cerramos antes de lo que nos autoriza la ley". Pero no es todo, pues los locatarios afirman que les solicitaron a concejales seguir el modelo de otros sectores y habilitar en las noches una parte de la vereda como aparcaderos, pero "todo eso quedó en nada".

Allan afirma que sólo se enteraron de la resolución por la prensa, y que una vez que sean notificados presentarán acciones legales por considerar que "no es justo que nos quiten las patentes. Para hacerlo, tuvimos que haber cometido alguna falta a la Ley de Alcoholes, y eso no ha ocurrido", afirma.

A su juicio, se trata de una decisión "arbitraria", pues la resolución no afectaría a un local contiguo de las cervecerías y cuyo dueño "es vecino del sector y participa en la junta de vecinos", afirma.

El concejal Francisco Olea dijo que la decisión fue adoptada con el fin de "salvaguardar el carácter integrador de barrio, tranquilo y de calidad de vida
del sector". El alcalde Luis Montt no quiso referirse al tema.





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domingo, 4 de julio de 2010

Concejales y PRMS




Polémica abierta luego que el Consejo Regional Metropolitano rechazó por 14 votos contra 12, la modificación del Plan Regulador Metropolitano de Santiago (PRMS), que pretendía añadir cerca de 10 mil hectáreas de uso urbano al Gran Santiago.


Concejales de Independencia Pilar Duran, Peñalolen Julio Abellerira; Santiago Ismael Calderon y La Reina Francisco Olea señalaron que:“ alternativas claves para el desarrollo urbano de la ciudad de Santiago son, el cierre de la conectividad de Américo Vespucio Oriente y nuevas líneas del metro, la mantención y financiamiento para áreas verdes y frenar la segregación espacial deben ser enfrentadas de manera integral y con financiamiento prioritario. Estos temas debieron ser analizados por las autoridades antes de apresurar la votación de ampliar el límite urbano, y que fue rechazada”.


El Concejal de La Reina Francisco Olea señalo que: “para la ciudad de Santiago una condición indispensables sigue siendo el cierre del anillo orbital, la autopista Américo Vespucio oriente, que observa una inexplicable postergación. Asimismo, reconvertir paños sin uso y sectores industriales abandonados. La disponibilidad de 6 mil hectáreas sin ocupación pueden ser una alternativa de reciclaje urbano para viviendas sociales de estándar y calidad”, enfatizo el edil.


Finalmente indicaron que: “los externalidades negativas que hubiese traído el proceso, tales como el incremento considerable en los tiempos de viaje, la segregación espacial y residencial y el impacto medio ambiental al ocupar suelos agrícolas, son una preocupación evidente”.










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lunes, 28 de junio de 2010

No renovamos 9 patentes de alcohol




ver

http://www.elmostrador.cl/noticias/pais/2010/06/27/concejo-municipal-de-la-reina-no-renueva-patentes-de-alcohol-a-nueve-locales/

Concejo Municipal de La Reina no renueva patentes de alcohol a nueve locales

Vecinos están en pie de guerra con el Barrio de Cervezas y venta de alcohol en Avenida Francisco de Bilbao, producto de la inseguridad, robos y empeoramiento de la calidad de vida.

El concejal de La Reina, Francisco Olea, dijo que los continuos reclamos de residentes y la preocupación por externalidades negativas, como inseguridad y esórdenes a altas horas de la noche, motivaron a que el Concejo Municipal adoptara la medida de no renovar las patentes de alcohol a nueve locales, dando una señal a los cerca de 200 locatarios para un nuevo trato con la comunidad.

Ante la atenta mirada de los representantes de las juntas de vecinos, las autoridades ordenaron en sesión extraordinaria el rechazo a la renovación de las patentes de alcoholes del ?Barrio de la Cerveza? en avenida Francisco de Bilbao en La Reina con las Carretas, producto de infracciones reiteradas, desordenes, robos, inseguridad y molestias de residentes.

En la nómina están dos bares, tres cervecerías y un mini-mercado del sector conocido como ?el barrio cervecero de la zona oriente?.

Solo en Bilbao y las Carretas se cursaron 487 partes en el último año por vehículos mal estacionados, lo que también causó la indignación y molestia de los vecinos que no podían estacionar o ingresar a sus hogares.

Los intentos por buscar un acuerdo en horarios, seguridad y cuidado del barrio fueron infructuosos, por ende, la comunidad demando y exigió el no continuar con estos permisos. Ante nueva faltas y reclamos no se descarta ordenar le cierre y cancelación de otras patentes.

A lo anterior se suman las dos polémicas botillerías de Av. Francisco de Bilbao, colindantes al parque Padre Hurtado ex Intercomunal de La Reina, y un local de Valenzuela Llanos de expendio de cervezas.

Lo anterior, ante reiterados reclamos de vecinos que indicaron que estos locales son verdaderos centros de abastecimiento de alcohol para jóvenes y menores de edad que carretean y causan los conocidos desordenes en el parque.

Olea fue más lejos y voto en contra de renovar las patentes de alcohol y expendio de cervezas de nueve locales en el sector del Mall Las Brujas. Sin embargo su voto no fue acogido por la mayoría del Concejo Municipal.

ver:

http://www.la2da.cl/modulos/generacion/mobileASP/detailNew.asp?idNoticia=CG11GPLSN20100625&strNamePage=LUCSGDI07SG2506.jpg&codCuerpo=701&iNumPag=07&strFecha=2010-06-25&iPage=1&tipoPantalla

La Reina ordenó clausura de nueve locales de expendio de alcohol en avenida Bilbao

Las de hoy, durante el partido Chile-España, serán las últimas cervezas que vendan.

El concejo municipal de La Reina decretó anoche ?en una reunión de carácter extraordinario? la clausura de nueve locales de expendio de alcohol, en tres diferentes puntos de esa comuna.

Se trata de dos bares, tres cervecerías y un minimercado de avenida Francisco Bilbao con Las Carretas (cerca del Jumbo), otras dos botillerías colindantes al Parque Padre Hurtado (ex intercomunal) y un local donde también se vende alcohol en Valenzuela Llanos.

Según explicó el concejal Francisco Olea , quien coordinó las denuncias de los
vecinos, ?esta decisión es una señal muy potente (...) Queremos que nuestra comuna sea residencial, con barrios tranquilos. Por eso seguiré apoyando a la comunidad en cuanto a las constantes demandas de tranquilidad y seguridad que nos hacen llegar?.





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miércoles, 9 de junio de 2010

Autopista Vespucio Oriente



ver:

http://www.latercera.com/contenido/680_266750_9.shtml



Critican postergación de licitación de autopista Vespucio Oriente

Ministerio de Obras Públicas informó, ayer, la determinación ya que se está a la espera de la definición del trazado final y del análisis financiero de la iniciativa.

El concejal de La Reina, Francisco Olea, criticó la postergación que tendrá la licitación de la autopista Vespucio Oriente, iniciativa que terminaría con problemas de congestión en esta zona de la Región Metropolitana.

Ayer el ministerio de Obras Públicas informó que el llamado del proyecto que une a rotonda Grecia con Avenida El Salto quedaría aplazado hasta el próximo año ya que se está a la espera de la definición del trazado final y del análisis financiero de la iniciativa.

Al respecto el concejal Olea dijo que “lo que necesitamos con carácter de urgente es esta autopista urbana subterránea, producto de tacos infernales, congestión vehicular irresistible y externalidades negativas que empeoran la calidad de vida de Santiago. Nos parece que, este emblemático mega-proyecto debe ser parte de iniciativas Bicentenario”.

Olea agregó que “esperamos que el proyecto definitivo enfrente estos temas y mantenga un desarrollo urbano armónico e integrador, que incorpore mitigaciones como un parque, ciclo vías, abundantes áreas verdes y arbolado urbano. Aspectos comprometidos por las autoridades ministeriales con la comunidad durante casi 8 años”.





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lunes, 7 de junio de 2010

Falla de Ramon


ver:

http://diario.latercera.com/2010/06/07/01/contenido/9_29200_9.shtml

http://latercera.com/contenido/680_263927_9.shtml

El concejal de La Reina Francisco Olea, y su par de Peñalolén Julio Abelleira, pidieron la construcción de una carta de riesgo sísmico en las comunas afectadas por la Falla San Ramón, la que está activa en siete comunas de Santiago, con una extensión de 30 kilómetros. Según los concejales, la carta podrá servir para que luego se creen planes de prevención de riesgo que deberían implementar las distintas autoridades, para dar sensación de seguridad a los vecinos que viven cerca de la falla.

A su vez, los concejales pidieron mayor información para dar tranquilidad a la población.

Concejales piden traslado de Centro de Estudios Nucleares de La Reina

Representantes comunales afirman que la "preocupación sigue siendo el impacto y magnitud de los problemas sí­smicos" en la falla de Ramón.

Los concejales Francisco Olea, de La Reina, y Julio Abelleira, de Peñalolén, llegaron hasta el Centro de Estudios Nucleares para solicitar el cambio de localización de la planta donde opera el reactor nuclear de investigación RECH1.

Olea dijo que "una preocupación vital sigue siendo, el impacto y magnitud de los problemas sí­smicos en la zona donde existe la falla de Ramón", argumentó.

La polémica en la zona se activo cuando vecinos se enteraron que durante meses, 14 kilos de uranio fueron traslados en el marco de una operación por la cual el gobierno de Estados Unidos pagó unos US$ 10 millones.




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